o site!

duhmuseus.co.nr : começou a ser montado o site, aquele que será a síntese do trabalho.
O texto esplicativo desta fase:
Uma vez escolhido o formato “site”, procedemos ao desenho e organização do seu layout. Dada a complexidade do tema, exploramos os recursos que esta plataforma nos faculta, investindo numa forte componente visual e utilizando várias estratégias de exposição de conteúdos.
Para tal, foi indispensável sintetizar a informação reunida, reduzindo-a a seis tópicos/ conceitos que corresponderão aos ícones da página inicial: Museu Nacional de Arte Antiga; Fundação Calouste Gulbenkian; Museu de Arte Comtemporânea de Serralves; Centro de Artes de Sines; Palácio dos Anjos + Centro Cultural Colecção Manuel de Brito; Museu de Arte de São Paulo; O Museu; A Envolvente e o Contexto; Percurso Expositivo; Museu – Instituição. Os temas centrais em estudo, dispõem-se desta forma possibilitando diferentes correlações entre conteúdos.
O conceito por trás deste “interface” principal comporta a noção de um quadro de grandes dimensões, pelo qual podemos deslocar o nosso foco de atenção pela selecção dos ícones com destinos identificados que surgem no layout inicial. Pode-se estabelecer uma relação análoga à de um quadro de corticite (onde se afixam lembretes, listas, imagens, tabelas...). Assim, no site, pensamos reproduzir a liberdade associativa com que interagimos com o objecto supracitado. Da mesma forma com que nos deparamos com um tópico que nos acicata o interesse e rapidamente (no contexto do quadro) procuramos outro item que esteja a ele ligado. Seleccionando um tema somos transportados para outra estância de uma grande superfície (existindo um deslocamento gráfico que emula o movimento físico correspondente), no qual o tema em questão é desenvolvido, contendo diferentes registos (vídeo, texto, áudio). O esquema visa o cruzamento de cada tópico com cada conceito, pretendendo oferecer, com este diálogo, uma apreensão clara do tema.
No estado em que se encontra o trabalho, ao invés de apresentarmos vídeos dos museus seleccionados, recorremos aos storyboards dos mesmos, que contêm uma (ou várias ) aproximação possível, que corresponde à ideia ponderada do objecto estudado com os tópicos que desenham e agregam o tema. Existindo no entanto diferenças interpretativas em cada uma das visões temáticas, que derivam de vários factores : imagens disponíveis, entendimento pessoal do conjunto teórico... Os storyboards dispõem-se em linha, para que o percurso do olhar, capte as nuances, atinja uma coesão, de forma a que as informações captadas construam uma imagem dinâmica, muito similar à de um filme.
Reconsiderações ao Tema
Na lógica do exercício proposto na disciplina de Projecto IV, tornou-se
relevante a análise do programa Museu. Nesse sentido, pretende-se
elaborar um estudo sobre diferentes exemplos museológicos em
contexto nacional.
Partindo desta premissa, justifica-se a escolha de cinco casos
segundo a sua posição no percurso histórico, relacionando diferentes
modos de abordagem e incidindo também nos seus momentos de
transição. Entende-se, portanto, um estudo de cada edifício integrado
no ‘ideal de qualidade’ referente ao seu contexto e confrontando-o com
o actual.
Sendo o percurso um elemento essencial ao Museu, que carácter e
valores lhe são atribuídos?
Tendo um edifício pré-existente, que princípios orientadores geram
uma maior ou menor intervenção na sua estrutura espacial?
Como são inseridos os princípios modernistas nesta temática?
Que relação se estabelece entre as grandes intervenções museológicas
em contexto internacional e a realidade portuguesa?
Que papel desempenha a envolvente, urbana ou natural, no processo
de modulação do edifício? E de que forma este realiza a acção inversa?
Duh! Mas afinal, o que é isso de Museu?
:casosEstudo (com duas alterações)
Museu de Arte Antiga, Lisboa
Palácio dos Anjos , Algés, Atelier Entreplanos
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Arquitecto de Alberto Pessoa,
Pedro Cid e Ruy de Athouguia
Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, Arquitecto Álvaro
Siza
Centro de Arte Contemporânea de Sines, Sines, Arquitectos Aires
Mateus
tags: Anjos, ArteAntiga, Gulbenkian, Serralves, Sines, tema
teorização temática
No âmbito da proposta de trabalho decidimo-nos pelo tema museus. Centrámo-nos em exemplos portugueses pela necessidade de um estudo particular dos aspectos idiossincráticos da programação de espaços destinados à exposição em contexto nacional, sendo um dos pontos o questionar se realmente existem.
Outra das razões que determina o nosso objecto de estudo é o facto de querermos apurar (por conveniência e de acordo com o programa que é pretendido desenvolver em projecto) o que temos disponível em termos de espólio construído em Portugal. A lógica subjacente à escolha dos casos pretende reflectir uma variância tanto no objectivo do museu (colecção, local...), como o conceito de espaço que presidiu à sua concepção, podendo ser ambos interdependentes. Isto faz-se com o intuíto de obter uma míriade, uma amostragem da expressão que o programa 'museu' tem deveras no contexto edificatório português. A selecção dos casos não é inocene e para além de se apoiar em aspectos subjectivos (sendo alguns deles casos que já desejávamos estudar) são igualmente testemunhos do entendimento do conceito desta tipologia em função do contexto histórico em que surgiram.
:casosEstudo
museu Soares dos Reis
museu nacional de arte contemporânea:Chiado
fundação Caloust Gulbenkian
museu de arte contemporânea:Serralves
centro das artes:Sines
:elementosGrupo
gilpereira
nunoferreira
ritamartins aka rita psico
sérgiocatumba aka aureo¨
tâniajesus (raquel oliveira)
tags: Chiado, Gulbenkian, Serralves, Sines, SoaresReis, tema